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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Esta noite

A noite está perfeita para fazer zapping, chove muito e  frio está. 
Esta noite vou ver um filme.
Esta noite vou ver o nosso filme.
Esta noite vou chorar a nossa história.
Esta noite vou sonhar contigo a meu lado e sorrir ao acordar.
Esta noite vou beber um copo do nosso vinho e descansar.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Mais um desafio II

Depois o restante que tinha vestido desapareceu do meu corpo, fiquei nua sobre a cama. A boca de J apoderou-se do meu corpo, de todo o meu corpo, que boas sensações as que senti.

Ficamos assim um tempo, não posso dizer muito porque nestas alturas o tempo é sempre pouco, as suas mãos e a sua boca descobriam o meu ponto de maior prazer. Senti o frio da fruta, senti a sua boca a comer a fruta que tinha passado pelos pontos de maior prazer. Depois o chantilly que foi colocado nos meus pontos estratégicos (fica para vocês imaginarem).

Paramos por uns minutos, fumei um cigarro, J fumou um charuto, fumamos à janela com uma vista maravilhosa sobre o rio Tejo. Encomendámos o jantar, uma coisa leve porque a noite prometia e uma garrafa de vinho, que sabe sempre bem numa noite de calor.
Enquanto jantavamos fomos falando de coisas absolutamente normais e rindo, felizmente ambos gostamos de rir.




A sobremesa foi o normal, os nossos corpos mais uma vez. Ali naquele quarto não havia crise, não havia chatices, só havia troca de prazer.
O café foi igual à sobremesa, dois corpos num só, dois prazeres transformados num só.

Nos intervalos, lá iamos nós para a janela, agora raros eram os carros que passavam. Já devia ser tarde, para os outros porque para nós ainda era cedo, muito cedo, muito havia a fazer.

Os nossos corpos teimavam em ser um, foram durante muito tempo. O tempo para ficarmos cansados e adormecermos colados um no outro.

Acordei com as mãos de J a percorrer novamente por mim, como se da primeira vez se trata-se.

Amanheceu, a primeira e ultima noite estava a terminar. Aquela noite que vai ficar sempre guardada na minha memória, desejando que não fosse a ultima, mas sim a primeira de muitas.


P.S. - Todos os pormenores são para vocês imaginarem



Mais um desafio I

Era uma segunda feira do mês de setembro. Como sempre estava a trabalhar quando recebo uma sms a desafiar-me para a nossa primeira e ultima noite.

Depois de marcações e desmarcações de jantares e de cafés, que poderia eu pensar a não ser que estava novamente a brincar (o J não gosta da palavra gozar, por isso não a uso aqui, porque sei que ele a vai ler). Perguntei a J se estava a brincar ou se era sério, respondeu-me logo que era a sério. Não hesitei e aceitei logo, antes que J se arrepende-se.

Procurou um hotel perto de minha casa, estavam esgotados, mas por sorte o que fica mais perto de casa tinha quarto.

Combinamos depois de eu sair do trabalho no bar do hotel. Ficamos no bar o tempo de eu beber um café e o J beber mais uma cerveja, a falarmos de nós, a brincar com o que já tínhamos falado pelo chat. Os toques eram constantes, os sorrisos cúmplices.

Tínhamos combinado se não houvesse química ficávamos a noite a falar. 
Quem queríamos nós enganar, se nem a nós próprios conseguíamos enganar. As conversas que tínhamos apesar de serem a brincar tinham sempre um pouco de verdade, o nosso desejo.

Pediu-se a conta do bar quando de repente aparece um prato de fruta. Nem queria acreditar, sempre que J me dizia que já tinha pedido a fruta dizia sempre que estava a brincar, afinal não estava, a fruta era mesmo para mim. A conversa da fruta começou um dia por brincadeira, mas eram morangos e não kiwi ou meloa (não estamos na época dos morangos).

Dirigimos-nos para o elevador, fui literalmente atacada (mania que têm de me atacar nos elevadores) por beijos. Os nossos primeiros beijos.

Entrámos no quarto, as suas mãos começaram a percorrer o meu corpo, ficamos assim ainda uns minutos. Minutos que foram gastos a descobrir com as mãos, com beijos à mistura.

A cama chamava por nós e lá tivemos que ir, senão a cama não se calava. Aí as mãos continuaram a percorrer o meu corpo, com arrepios à mistura, a roupa incomodava, principalmente a minha. 
Aos poucos a roupa foi desaparecendo do meu corpo, primeiro a camisa, depois as calças. Parou nas calças, nada mais despiu durante uns minutos... (continua)









quarta-feira, 4 de julho de 2012

Proposta




Estava no meu descanso depois de um dia de trabalho. Recebo uma sms, "uma proposta, interessada? daqui a 30 minutos", apanhada de surpresa, respondi que sim.

"Vendada?" - "Sim (sempre quis ser vendada)";

"Daqui a  30 minutos", indicou-me o local do encontro, "hoje vou desfrutar do teu corpo". Com indicações muito precisas, como, qual a lingerie que deveria usar, maquilhagem, cor do baton. 

Pedi mais tempo porque em 30 minutos era impossível estar pronta. Ficou acordado mais 15 minutos.

Enquanto me arranjei, e na viagem só pensava o que me iria acontecer. Porquê tanto mistério? Questões que não conseguia arranjar respostas, não conseguia pensar de tão excitada que estava.

Mandou-me parar à porta, aí mais indicações. Entrar para o elevador, ir para um determinado andar, "quando o elevador parar fechas os olhos". Assim o fiz, entrou no elevador e vendou-me, não sei qual era o andar ou como ele é. Só sei, que a excitação aumentava. 

Saímos do elevador, deu-me a mão para me guiar. Chegados a casa, sentou-me, tirou-me o casaco e continuei sentada. Descalçou-me e calçou-me umas botas de salto muito alto (ao início fiquei desequilibrada, mas depois habituei-me). Mandou-me despir a saia e o top que tinha vestido, fiquei de pé e ele a observar-me. Aproximou-se de mim e disse que o podia tocar, para o sentir. Sentou-me outra vez, começou a tocar-me, primeiro nas pernas, foi subindo, aí apercebi-me do poder do toque das mãos dele.

Fomos para o quarto, sentou-me na cama e as mãos começaram a percorrer o meu corpo, que mãos, que toques. Beijo-me os mamilos, suavemente, aumentou um pouco a intensidade.

Sentiu o meu corpo todo, acompanhado pelos gemidos de prazer (que prazer!).

Brinquedos à mistura, hummm que bom que foi. Mãos, brinquedos, o suficiente para uma sucessão de orgasmos. Quantos não sei dizer, uns mais intensos que outros. Só sei que foram muitos...

Vesti-me, outra vez elevador, para cima, para baixo. Parou num andar, mandou-me fechar os olhos e tirou-me a venda.

Não sei como ele é, não quero saber como é, apenas quero sentir outra vez o prazer do mistério.